Anne Morrow Lindbergh

When you love someone, you do not love them all the time, in exactly the same way, from moment to moment. It is an impossibility. It is even a lie to pretend to. And yet this is exactly what most of us demand. We have so little faith in the ebb and flow of life, of love, of relationships. We leap at the flow of the tide and resist in terror its ebb. We are afraid it will never return. We insist on permanency, on duration, on continuity; when the only continuity possible, in life as in love, is in growth, in fluidity - in freedom, in the sense that the dancers are free, barely touching as they pass, but partners in the same pattern.

The only real security is not in owning or possessing, not in demanding or expecting, not in hoping, even. Security in a relationship lies neither in looking back to what was in nostalgia, nor forward to what it might be in dread or anticipation, but living in the present relationship and accepting it as it is now. Relationships must be like islands, one must accept them for what they are here and now, within their limits - islands, surrounded and interrupted by the sea, and continually visited and abandoned by the tides.

Em Gift from the Sea

Comentários

Rodrigo disse…
"(...)in the sense that the dancers are free, barely touching as they pass, but partners in the same pattern"
legal isso.. uma vez li um texto de edgar morin no qual ela falava das ralações humanas, não só entre homem e mulher, mas de qualquer delas. Enfatizava o que mais ou menos está escrito aqui, que não basta a segurança de ter alguém por perto, mas é essencial que essa proximidade seja cultivada, por pequenos, grandes gestos, pela idéia de um caminho comum e pelo senso de individualidade, mas não qualquer individualidade egoísta e corriqueira, mas por aquela que nos faz melhorar como seres humanos e, por conseqüência, sem grandes esforços doamos esse ganho pessoal ao outro, que está por perto..
o blog tá cada vez melhor, se é que é possível :)
beijo, juliana.
Rodrigo disse…
"(...)in the sense that the dancers are free, barely touching as they pass, but partners in the same pattern"
legal isso.. uma vez li um texto de edgar morin no qual ela falava das ralações humanas, não só entre homem e mulher, mas de qualquer delas. Enfatizava o que mais ou menos está escrito aqui, que não basta a segurança de ter alguém por perto, mas é essencial que essa proximidade seja cultivada, por pequenos, grandes gestos, pela idéia de um caminho comum e pelo senso de individualidade, mas não qualquer individualidade egoísta e corriqueira, mas por aquela que nos faz melhorar como seres humanos e, por conseqüência, sem grandes esforços doamos esse ganho pessoal ao outro, que está por perto..
o blog tá cada vez melhor, se é que é possível :)
beijo, juliana.
Giovanna disse…
Oi Ju, muito legal este texto. Seu blog está repleto de frases interessantes. Beijos prima!